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A preocupação com a emissão de CO2 devido ao crescimento dos NFTs

No dia 17 de março Tyler Winklevoss, um dos CEOs da exchange Gemini e criador da stablecoin Gemini fez uma referência em sua conta do Twitter sobre um amplo Artigo sobre tokens não fungíveis (NFTs).

Em sua postagem, Winklevoss indicou a leitura do Artigo para as pessoas “que procuram os fatos reais e o contexto em torno da pegada de carbono de NFTs e criptografia.”

Enaltecendo as informações contidas no documento, Winklevoss salientou que o “Artigo cria uma estrutura para a conversa honesta que devemos ter, não o espantalho FUD que está acontecendo agora.”

FUD é a sigla para “fear, uncertainty, and doubt”, termo utilizado para exprimir quando informações falsas são criadas para causar desinformação ou descrença a algo.

O Artigo citado por Winkleoss é de autoria de Sterling Crispin, um artista criador de artes NFTs que se embasou em diversas fontes literárias para escrever um parecer a respeito da emissão de dióxido de carbono (CO2) com a produção de NFTs.

Uma vez que há um crescimento exagerado destas artes, e que a sua grandessíssima maioria são criadas na blockchain do Ethereum, a preocupação da comunidade antipoluição é justificável.

A blockchain do Ethereum ainda utiliza a mineração de criptomoedas ou o sistema de Proof of Work (PoW – prova de trabalho) para a produção de ETHs e para as validações de transações na rede.

E isto gera um consumo de energia imenso e consequentemente causa maior poluição; infinitamente maior que o sistema de prova de participação ou Proof of Stake (PoS).

De acordo com o Artigo estima-se que o Bitcoin seja responsável atualmente pela emissão de 0,07% do CO2 do mundo, enquanto que o ETH seja responsável pela emissão de mais 0,02%.

Se arredondarmos este valor para cima, realmente 0,1% do CO2 emitido no mundo não deveria ser de se considerar, mas a preocupação não gira apenas em torno do hoje, pois as criptomoedas não possuem uma adesão em massa, ainda.

Mas a problemática criada de fato está em torno das NFTs, pois muito já se falou sobre o consumo de energia com os criptoativos e hoje está é uma preocupação praticamente deixada de lado, apesar de haver Governos que estão inserindo esta questão nas pautas de discussão de regulamentações.

Assim o assunto poderá voltar à tona.

O assunto meio que ficou de lado porque as empresas mineradoras estão reciclando a energia despendida com a mineração, pois conseguem mais que “limpar o planeta”, ganhar dinheiro com isto.

Recentemente a empresa MOSS lançou uma ação através de um token chamado MCO2 que dá créditos em criptomoedas para empresas que se engajam na produção de menos poluentes.

O MCO2 é uma ação brasileira contra a poluição para aqueles que mitigam a produção de CO2 no país.

Isto mostra que o ecossistema cripto também está engajado em melhorar a situação da produção de poluentes.

Mas no caso dos NFTs existem considerações não relevadas pelos ambientalistas de plantão, pois os artistas que produzem artes em NFTs estariam produzindo arte em outras frentes econômico-industriais que não estariam deixando de produzir poluição.

Então o fato de discussão não pode ser levado amplamente ao pé da letra, pois crucificar os NFTs seria um tanto quanto injusto.

Isto não é dizer que se um pode poluir o outro também pode, mas é dizer que estes artistas não deixariam de produzir algum tipo de poluição, porque isto é algo inerente ao seu trabalho.

O texto que discute esta problemática é extenso, e o Portal Bitnotícias recomenda a sua leitura, pois há diversos outros pontos de discussão interessantes.

Para ter acesso ao Artigo o link está no primeiro parágrafo deste texto ou o leitor pode clicar aqui.

Cabe ressaltar, por fim, que apesar de não haver uma estimativa correta para isto, o blockchain do Ethereum um dia se tornará Proof of Stake, e ao menos esta problemática deixará de existir.

E até lá, os dois grandes protocolos promissores para a geração de NFTs que poderão ajudar ou concorrer com a rede ETH são os protocolos Cardano e o PolkaDot, que usam sistemas pouco poluentes como o DPoS (Delegated PoS) e NPoS (Nominated PoS), respectivamente.

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