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Governo da Nigéria enaltece de forma sóbria a tecnologia blockchain, as DeFis e os criptoativos

A Nigéria é um dos países do mundo que mais utiliza criptoativos, e há tempos vem buscando desenvolver o ecossistema criptográfico.

Recentemente o Banco Central nigeriano tentou intervir de forma negativa neste processo, mas rapidamente os sistemas legislativo e regulatório nigeriano agiram em detrimento às atitudes abusivas do Banco Estatal.

Na semana que se passou o vice presidente da Nigéria, Yemi Osinbajo, deu declarações onde enalteceu a tecnologia blockchain e os criptoativos, ressaltando os aspectos positivos das finanças descentralizadas (DeFi) no sistema financeiro mundial.

De acordo com Osinbajo, “não há dúvidas de que a tecnologia blockchain e os criptoativos mudarão o sistema bancário tradicional nos próximos anos, incluindo os Bancos Centrais.

Osinbajo disse as mudanças acontecerão das formas mais imprevisíveis possível, e que “precisamos nos preparar para essa mudança sistêmica, pois isso vai acontecer mais cedo ou mais tarde.”

A fala do vice presidente foi proferida em um discurso para os gestores do Banco Central da Nigéria, onde foi ressaltado por ele a importância do DeFi e dos contratos inteligentes para criarem novos instrumentos financeiros que eliminarão intermediários como corretoras e Bancos.

Tal fala é de certa forma discrepante do que os demais Governos e Bancos Centrais mundiais pensam, onde sobram atitudes regulamentadoras e preocupações em conterem o avanço deste novo sistema econômico disruptivo mundial.

Uma das falas de Osinbajo tratou o assunto de forma bastante lúcida, pois este disse que “há um grande desenvolvimento criptográfico em andamento, mas requer discrição e cuidado na implementação. E é imprescindível que este seja bem desenvolvidos por nossos reguladores. Precisamos agir a partir de uma posição de conhecimento, não de medo. Devemos escolher tal posição para obter todos os benefícios possíveis, mas evitar quaisquer efeitos colaterais adversos, inclusive por parte de criminosos que podem surgir com a introdução de novas ferramentas.”

A África é o continente que mais condensa países pobres, de economias fracas, e questões sociais muito preocupantes.

A maioria dos africanos são pessoas desbancarizadas e excluídas do sistema, que apesar de não possuírem acesso aos Bancos e às finanças centralizadas possuem um smartphone nas mãos.

E a tecnologia descentralizadora e inclusiva dos criptoativos e das blockchains parece ser o meio mais abrangente para que países que enxergam o futuro queiram mudar alguns tipos de paradigmas.

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