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MCO2 – Créditos de carbono tokenizados contra a emissão de poluentes

A maior empresa controladora da emissão de gás carbônico e demais gases poluentes do mundo, a MOSS, lançou o token MCO2, que funcionam como créditos lançados a empresas voluntárias parceiras no combate à poluição.

O MCO2 são certificados digitais que validam a participação uma empresa ou projeto ambiental como uma atuadora no combate à emissão de gases poluentes.

Cada certificado digital recebido por uma empresa parceira significa que esta evitou a emissão de 1 tonelada de gás carbônico (CO2).

O token MCO2 é uma forma compensatória para a empresa ou projeto ambiental por esta atuar na preservação do planeta.

O MCO2 foi listado recentemente como ativo na exchange Mercado Bitcoin, sendo assim a primeira exchange do mundo a compensar a sua própria emissão de carbono.

De acordo com uma publicação do Mercado Bitcoin, “estes tokens podem ser vendidos para quem deseja ou precisa mitigar suas emissões de gases causadores de efeito estufa. Diante disso, são gerados por empresas e projetos ambientais que emitem menos gás ou que ajudam indiretamente nesse controle.”

O projeto de fato não limpa ou retira o gás carbônico do ar, mas incentiva as empresas a mudarem seus hábitos, e assim diminuírem a emissão de poluentes.

A MOSS se baseou no Protocolo de Kyoto assinado em 1997, ao qual as principais potências do mundo concordaram em atuar na redução da emissão de gases de efeito estufa.

Os créditos de carbono são emitidos na forma de tokens MCO2, e que podem ser transferidos entre contrapartes.

Ao possuir este crédito ou token MCO2, as empresas podem utilizá-lo para realizarem ações e programas ambientais voluntários.

O token MCO2 foi criado na blockchain da rede Ethereum, e pode ser adquirido diretamente na plataforma da MOSS.

No total foram emitidos 1.930.798 tokens no mercado, com um valor total de R$ 190 milhões de reais.

Cada token atualmente possui valor de aproximados US$20 dólares, algo em torno de R$110 reais.

O Mercado Bitcoin ressalta que “que há mais de 1 milhão de tokens que irão ao mercado gradualmente.”

Cada vez que o token é utilizado este é destruído, validando assim a utilização em projetos de preservação ambiental referentes à emissão de carbono.

O projeto visa a  conservação de áreas florestais via atividade econômica sustentável, a substituição de uma fonte de energia não renovável por uma fonte de energia limpa, e o reflorestamento de áreas degradadas pela ação humana.

O projeto não visa apenas o carbono emitido, mas também demais gases poluentes que possam causar o efeito estufa.

O MCO2 não é um ativo estável, assim, pode sofrer variações de acordo com a oferta e demanda.

De acordo com informações publicadas pelo Mercado Bitcoin, “o mundo lança na atmosfera em torno de 55 bilhões de toneladas ao ano. Já o Brasil lança 2 bilhões, sendo que 75% está relacionado ao desmatamento da Amazônia (dados fornecidos pela MOSS).

No Brasil, personalidades como Roberto Klabin, fundador da SOS Mata Atlântica e do SOS Pantanal, e o empresário Nizan Guanaes são apoiadores do projeto.

A MOSS é a maior plataforma ambiental do mundo, e a primeira a tokenizar créditos de carbono negociáveis em exchange de criptomoedas através do token MCO2.

A MOSS levantou fomento através de investidores num Fundo que comprou US$ 4,5 milhões de dólares em créditos de carbono na Amazônia.

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