Crypto

Lavagem de dinheiro – O argumento furado para a regulamentação dos criptoativos

Um dado bastante interessante divulgado esta semana pelo site analítico Chainalysis Reactor mostra que o Estado não tem fundamento para acusar os criptoativos de serem um meio propício à expansão da criminalidade financeira.

Umas das maiores preocupações dos Governos é que os criptoativos sejam vastamente utilizados para a lavagem de dinheiro.

As acusações neste sentido também pairam sobre os Legisladores anti-criptoativos.

Neste sentido, a Chainalysis Reactor implementou métodos quantitativos bastante precisos de algoritmos que permitem contextualizar os dados de transações cripto, e assim quantificar de forma pontual os tipos de crimes que dominam este vasto ecossistema.

Desta forma foi publicado o dado de que de 2017 a 2019 apenas 1,1% das transações cripto foram utilizadas de forma obsoleta.

O dado engloba as instituições fraudulentas que receberam e/ou enviaram criptoativos.

A análise incluiu boa parte dos principais criptoativos existentes no mercado à época, como o Bitcoin, Ethereum, e Litecoin, entre outros; mas também stablecoins como o Tether, PAX, e USDC.

Várias empresas que trabalham com criptomoedas, principalmente nos Estados Unidos e no Reino Unido têm enfrentado fortes inferências legais, principalmente no que diz respeito ao controle de usuários e o combate À lavagem de dinheiro, como as obrigatoriedades de implementação dos sistema de KYC/AML.

Entretanto, muitas personalidades do mundo cripto contestam estas normativas unilaterais uma vez que o dinheiro FIAT é vastamente utilizado em diversos crimes e não possuem qualquer tipo de controle ou sistema anti-crime implementado.

E isto está longe de ser uma empreitada dos Bancos Centrais espalhados pelo mundo.

Muito pelo contrário, as transações do mundo cripto podem ser rastreadas por terem código aberto, na grande maioria dos casos.

Já papel moeda não possui nenhuma forma de rastreamento, e está amplamente envolvido na maioria dos crimes financeiros.

Não apenas, cheques e principalmente as transações bancárias para paraísos fiscais passam desapercebido pelos Órgãos de proteção e combate aos crimes financeiros.

Em seu início, o Bitcoin foi muito difamado e relacionado ao comércio de entorpecentes, mas nunca nada se falou ou fez contra o uso de dinheiro FIAT que ó que de fato movimenta este marcado.

Recentemente a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, pediu aos Governos e legisladores mundiais que regulamentassem os criptoativos com o pretexto de coibir a lavagem de dinheiro.

Trata-se de atitude lamentável porque associa a necessidade ou obrigatoriedade de regulamentação dos criptoativos por motivos obsoletos, e não por motivos saudáveis, embasado na tecnologia inovadora e descentralização financeira que este tipo de ativo está trazendo ao mundo.

Trata-se de atitude tão lamentável, que a Sra. Lagarde deveria estar mais preocupada com os EUA que usou o seu poder de imprimir dinheiro em 2020 para comprar respiradores e máscaras contra a pandemia, sendo desleal assim com os países pobres que não possuem tal condição.

E agora o mesmo está acontecendo com a compra de vacinas e insumos contra o COVID-19, que estão com mais de 98% de seus estoques vendidos a países ricos que estão se propondo a pagar mais caro para terem este privilégio.

A hipocrisia é soberana neste meio que apenas enxerga o que quer.

E dados como este da Chainalysis Reactor mostram às diversas Entidades regulamentadoras que os criptoativos não estão aí para estarem envolvidos com o crime, mas sim, para combatê-lo.

E isto, o Estado não está afim de enxergar.

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