Economia

Como financiar o enorme déficit fiscal do Brasil | com Felipe Salto



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33 Comentários

  1. A situação do brasil sempre foi caotica e nada mudará esse quadro.
    O Brasil tem milheres de cidades que não se sustentam como a propria brasila,projeto fracasso de JK para desenvolver o país,fora a questçao de salarios e beneficos dos agentes do estado e credtio e subsidios para os amigos do rei

  2. Com o financiar o déficit? Isso é fácil, aumenta a chicotada nos otários que o estado rouba através de impostos. Enquanto isso parasitas continuam vivendo como se nada estivesse acontecendo.

  3. As teorias liberais difundidas pela Escola de Chicago, nos EUA e Escola Austríaca, na EU, estão em baixa, haja vista o resultado do plebiscito do Chile onde aponta 80% dos eleitores como favoráveis a uma nova constituição. O discurso liberal é lindo e teoricamente aparenta aproximar-se da perfeição. Contudo, na prática, não funciona. Trump não se reelege mais nos EUA, tampouco Sebastián Piñera, no Chile! É o fim da superstição liberal no Mundo!

  4. O final da live descreve com precisão um pensamento meu de já algum tempo: onde queremos chegar. Qual é o projeto para nosso país, para os próximos 50, 100 anos? Essa falta de destino, em que todos que entram decidem para onde a proa do barco aponta, é que nos mata, pois não temos sequência.
    Ao meu ver, precisamos dessas reformas sim, ambiente liberal para que as empresas tenham previsibilidade, segurança e saibam o que esperar no longo prazo, porém, ainda, como disse bem o Felipe, cuidar daqueles com quem temos dívidas históricas. A produtividade elevada somente será possível por meio da educação, que recebe, sim, recursos, porém, como tantas outras políticas e programas do governo, é ineficiente.

  5. Ótimo bate papo. Pena que o Felipe Salto ainda acredite que a solução para os problemas de banânia devam partir de quem os está causando, o estado. O crescimento do assistencialismo democrático incentiva o aumento do número de beneficiados, é a socialização da renda. Como realmente acreditar em reformas estatais quando essa iniciativa deve partir daqueles que serão prejudicados pelas medidas a serem tomadas? Como Hoppe gosta de destacar, o político foca em aumentar as receitas presentes do estado, para se aproveitar desse maior fluxo de dinheiro. Diminuir burocracias estatais significa tornar mais fácil a descoberta de desvios. Isso que nem tocaram no assunto de que, provavelmente na próxima década, a população bananense começará a diminuir. Menos gado para sustentar o leviatã.

  6. Me desculpem a franqueza, mas acerca de política o Felipe Salto é muito fraquinho, falou altas groselhas como por exemplo sugerir que uma política de subsíduos do BNDES seria benéfica para buscar crescimento econômico.

  7. 1) A Selic em 2,25 vai reduzir bastante o gasto com serviço da dívida. 2) o rombo será um ótimo argumento para acelerar as privatizações. 3) É uma oportunidade para conter a expansão no gasto público, sobretudo na folha de pagamento. 4) O Congresso sempre fica mais disposta a reformas diante de graves crises.
    Pronto, já fiz meu exercício de Poliana!

  8. Esta live foi sensacional. A análise está excelente. Gostei especialmente quando o Salto destaca o papel da eficiência do Estado, no contexto de superação da desigualdade. E da gestão eficiente dos recursos públicos. Isto deveria ser algo basilar para a governação. Não é o que temos visto, infelizmente.

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