Economia

O real não é o dólar, o Bacen não é o Federal Reserve



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28 Comentários

  1. Sou fã da Escola Austríaca, mas sejamos realista: é uma utopia para um país desigual como o país! A cagada vem sendo feita desde 1500 e hoje a situação se tornou irreversível. Somos escravos de grandes corporações, de sindicatos, de servidores públicos e por aí vai. E o pior, somos escravos de políticos populistas e oportunistas. RIP BRASIL!

  2. J.R. Guzzo, um dos melhores jornalistas do Brasil, opinião de bom senso, inteligente e bem fundamentada.

    EM DIREÇÃO À RUÍNA
    J.R. Guzzo em Revista Oeste 15/05/20

    O comentarista político Dennis Prager, um dos mais ativos militantes do pensamento conservador nos Estados Unidos, fez recentemente uma observação perturbadora. “Para aqueles que estão abertos à leitura de pensamentos com os quais podem divergir”, escreveu Prager, talvez seja o caso de anotar a seguinte ideia: “O lockdown mundial é não apenas um erro, mas também, possivelmente, o pior erro que o mundo já tenha cometido”.

    Essa noção, diz ele, é tida como algo tão absurdo quanto imoral por todos os que põem fé na posição da maioria dos líderes mundiais, dos cientistas e médicos, dos pensadores e da mídia diante da catástrofe que estamos vivendo hoje. Mas absurdo e imoral, ao contrário, talvez seja justamente aquilo que passa hoje por sabedoria indiscutível. A maneira com que essa gente toda está administrando a covid-19 é, na verdade, o resultado da soma de “trapaça, covardia e imaturidade que dominam hoje o planeta Terra, porque as elites são trapaceiras, covardes e imaturas”, conclui Prager.

    Faz pensar um pouco, não é mesmo? É óbvio que não estamos aqui diante de calamidades como a guerra imposta ao mundo pelo nazismo, o Holocausto do povo judeu ou as guerras de religião. A origem disso tudo está na ação de pessoas perversas que tomaram o poder. Na decisão de parar as sociedades para combater a covid-19, a origem do desastre está no erro em escala monumental — e erros desse tamanho não são cometidos necessariamente por gente má, mas por tolos, arrogantes e ineptos. Estes, infelizmente, vivem em grande número entre nós, e ocupam posições de autoridade em toda parte. É insano que 7 bilhões de pessoas nos quatro cantos do mundo, neste exato momento, estejam fazendo apenas aquilo que os políticos decidem que é “essencial” — quem confia a esse ponto extremo em políticos e governos? Quase ninguém, mas é exatamente isso que está acontecendo.

    A questão real que se coloca para todos, e que os executores e adeptos do confinamento radical se recusam a debater, é tão antiga quanto o mundo: o remédio para enfrentar a epidemia dá sinais cada vez mais claros de que pode estar matando o paciente. Para salvar vidas, temos de destruir o mundo em que vivemos — é o que estão dizendo e fazendo na prática, com suas decisões diárias, as autoridades públicas e as forças que as apoiam. “Nós podemos estar olhando hoje para a possibilidade de fome em cerca de três dúzias de países”, disse já em meados de abril o americano David Beasley, diretor-executivo da FAO — a insuspeitíssima FAO das Nações Unidas e dos globalistas, irmã gêmea da OMS.

    “Há o perigo real de que mais gente possa morrer do impacto econômico da covid-19 do que do vírus em si.”

    Nas contas que a FAO tem hoje sobre a mesa, 260 milhões de pessoas vão ser submetidas à fome neste ano ao redor do mundo — o dobro da cifra de 2019.

    Não há comparação possível com as 300 mil mortes causadas até agora pela covid-19, nem com os 4,3 milhões de atingidos pelo vírus desde dezembro do ano passado, quando ele apareceu na China. Outros 150 milhões podem ser jogados na pobreza extrema se a economia mundial cair 5% em 2020 — o número mais frequente nas contas que os economistas internacionais estão fazendo, caso seja mantida a paralisia da produção, do comércio e do trabalho.

    Desses totais horrendos, quantos vão morrer não de covid, mas de miséria, causada diretamente pela ruína econômica do mundo? Não se trata de salvar “dinheiro”, ou o “capitalismo”, ou os “deuses do comércio”, que devem ceder lugar “às vidas”, segundo dizem os defensores dos confinamentos radicais. Trata-se, justamente, da destruição de vidas. As vítimas, aí, vão morrer como os infectados pelo vírus — só que em câmara lenta, fora dos hospitais, nos lugares desgraçados onde passam a vida.

    Só uma guerra nuclear poderia ter um potencial de devastação tão grande como o que vai sendo desenhado pela ideologia do “distanciamento social”. Ela não impõe, como as pessoas ouvem todos os dias, um “mero incômodo” para as classes médias e altas, que deve ser suportado em nome da saúde comum. Impõe, isso sim, a desgraça imediata ou breve para as centenas de milhões de pessoas que vão ficar sem um tostão no bolso, sem trabalho e sem comida suficiente. “Não há dúvida na minha cabeça que, quando olharmos de volta para o que está acontecendo hoje, veremos que os danos causados pelo lockdown vão exceder em muito qualquer economia de vidas”, diz Michael Levitt, professor de biologia estrutural na Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford e Prêmio Nobel de Química de 2013.

    Países com anteparos sociais fortes e com população que dispõe de recursos financeiros, como ocorre no mundo desenvolvido, têm musculatura para aguentar o tranco.

    Mas a maioria dos países é pobre, ou paupérrima, e não tem onde se apoiar. O Brasil está entre eles, como todos sabem. Aqui, os que vivem da classe média para baixo estão sempre a um passo da miséria total; a qualquer incidente, desabam da pobreza para a fome. Essa gente — que precisa do trabalho diário para ter alguma esperança de melhorar de vida, ou simplesmente de permanecer vivo — teria menos direitos que as vítimas do vírus? A maioria dos governantes brasileiros acha que sim. Quem está recebendo o sustento sem a necessidade de trabalhar também — uma grande parte dos 12 milhões de funcionários públicos de todos os níveis, os que vivem de renda, os ricos em geral. Por que iriam se preocupar com os pobres? Eles não existem, não têm rosto, nem nome, nem alma — são vultos que passam na rua e não deixam registro; já estão todos mortos.

    “No mundo todo estão fazendo como aqui no Brasil”, dizem dez entre dez adeptos do “fique em casa”. Pois é justamente esse o problema: e se o resto do mundo estiver errado? Não seria a primeira vez, como a História está cansada de mostrar.

    https://revistaoeste.com/em-direcao-a-ruina/

  3. Fernando… no US bancos não come faria com o Fed.
    Aqui eles fazem o diabo, fazem lobby põem o povo no curral.
    Trabalha contra o governo.
    E você repente o discurso do Itaú
    Você é patrocinado ou já foi patrocinado por bancos privados?

  4. Os USA e todos os aliados estao apostando na recuperacao e incremento da economia via expansao do crescimento q será motivado pela estrategia de guerra comercial q os USA estao fazendo com a China, estimulando q as empresas americanas e outras internacionais desmobilizem a matriz de suas producoes da China e transfiram para os países aliados. Gerando um boom de crescimento economico e, o Brasil iria "nadar" nessa parceria, trazendo muitas industrias pra cá, por isso o Guedes ja está falando no lançamento do Programa Pró- Brasil voltado para desenvolvimento, construcao e a ampliacao da malha de escoamento logítico. Acho a estratégia do Guedes ousada mas nesse momento não muito o q fazer. É uma aposta entre a miseria total agora ou uma tentativa de fazer algo q melhore a situacao a curto prazo e nos dê um fôlego para rever no futuro.

  5. Porque o Guedes não proteje o valor do real, ao contrário ele falou q os brasileiros deveriam se acostumar com o dólar alto!!a partir daí o dólar disparou, quem tem dinheiro na poupança perdeu poder de compra, quanto mais com esses juros cada vez mais baixo..e O dólar DISPARANDO, quem tem vantagem com isso? A população que não ê..sabemos que toda mercadoria q compramos está estrelado ao valor do dólar, será que não vai ter inflação? Será que a poupança perdendo o valor do dinheiro, não forçaria as pessoas irem para o mercado de ações? Quem ele estáva pouco tempo aliado, não era as corretoras? Não sei onde quer levar a economia do país, acho q um desastre total..

  6. O Estado ainda vai fazer muita merda, quando o Estado faz uma coisa boa em resumo é algum tipo de libertação de mercado, a questão é se as pessoas vão ter condições de se proteger das merdas do Estado.

  7. São questões que só terá respostas quando houver uma certa normalidade. Agora o Sr teria outra opção para aliviar os efeitos dessa crise sanitária? Seria interessante uma opção alternativa, utilizando os fundamentos dos austríacos. Obrigado

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